
Poliamor, essa é uma palavra que tem aparecido com uma certa frequência nos meios de comunicação, desde a forma mais séria, em programas como GNT ou Marília Gabriela, até em meios populares ou programas "barracos" como da Luciana Gimenez. Segue a definição do que é Poliamor (não estranhem a escrita - fonte Wikipedia Portugal):
Poliamor (do inglês polyamory) são relações interpessoais amorosas que recusam a monogamia como princípio ou necessidade.
Por outras palavras, o poliamor, como opção ou modo de vida, defende a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultaneamente.
O Poliamor como movimento tem existido dum modo visível e organizado nos Estados UnidosAlemanha e Reino Unido. Recentemente, a imprensa em geral tem feito a cobertura quer do movimento poliamor em si, quer dos episódios que lhe estão ligados. Em Novembro de 2005 realizou-se a Primeira Conferência Internacional sobre Poliamor (International Conference on Polyamory & Mono-Normativity) em Hamburgo, Alemanha. nos últimos vinte anos, acompanhado de perto por movimentos na
A palavra em si já foi inventada várias vezes, a maior parte das quais sob a forma de adjectivo (inclusivamente utilizado para referir Henrique VIII, Rei da Inglaterra). Existe publicada em Português uma breve história sobre a palavra.
Estas pessoas que vivem o Poliamor se dizem felizes com a escolha feita. Elas não se importam em viver no mesmo ambiente que outras esposas ou outros maridos. Para elas isso não muda seu comportamento como cônjuge. Se voltarmos na história, essa situação de compartilhamento amoroso não é novidade. A diferença é que os exemplos que a história nos apresenta são sempre um marido com várias esposas, e que perdura até hoje com algumas culturas, mas a novidade do momento são mulheres com vários maridos (normalmente são 3 ou 4). Buscando rapidamente na internet, o tema é amplamente discutido, mas no Brasil ainda existe uma certa resistência na discussão, até porque isto envolve valores, paradigmas, cultura, etc. Nunca é fácil se colocar no lugar do outro e respeitar a opinião alheia. A pergunta que fica, após toda esta dissertação é: Será que nossos filhos viverão o Poliamor mais abertamente? Será que a Monogamia, tão enraizada em nossa cultura deixará de existir, não por completo, mas em grande maioria?
Fica aí a pergunta...
Bjks
Carla


